
A K-HUI passa a ter uma moeda digital própria com o nome dela, rodando em blockchain. O aluno acumula por treinar, indicar, avaliar e renovar, e troca por benefícios no balcão via QR Code. Sem baixar aplicativo. Fica no ar em até 10 dias. Implantação de R$ 997 e mensalidade a partir de R$ 397. Convive com a Tecnofit, não substitui.
Este resumo existe porque nem toda decisão é tomada por quem estava na reunião.
Toda semana, dentro da K-HUI, acontece exatamente aquilo que um programa de fidelidade tenta comprar: alguém aparece pelo décimo dia seguido, alguém traz um amigo pra experimentar, alguém posta o treino marcando a academia, alguém escreve uma avaliação no Google. Nada disso está registrado em lugar nenhum. A moeda tira isso da cabeça e coloca no saldo.


Treina, faz check-in, indica, avalia, posta, renova o plano ou traz um amigo pra aula experimental.
Crédito automático e instantâneo, registrado na blockchain Solana. Sem baixar aplicativo, direto pelo navegador.
No balcão, por QR Code: aula avulsa, item do bar, produto da lojinha, brinde ou experiência exclusiva.
E traz gente junto, porque agora indicar tem retorno concreto.
São dez tipos de interação configuráveis. Estes são exemplos aplicados à realidade de um box.

Os dez tipos são: compra, check-in, avaliação, indicação, curtida, comentário, compartilhamento, novo seguidor, conversão via influencer e uma categoria livre para qualquer ação que você inventar.
Hoje o aluno de repasse entra, treina e sai. Você recebe pelo check-in, mas não fica com o cadastro nem com o relacionamento. A moeda inverte isso: para acumular, ele se cadastra na landing da K-HUI, e a partir daí a base é sua. O saldo acumulado vira o argumento mais barato que existe para migrar ele pro plano direto.

Toda academia fecha em feriado prolongado e recesso de fim de ano, e é justamente nesse intervalo que o aluno esfria. Com a moeda, o período fechado vira crédito automático: a K-HUI distribui saldo para quem estava ativo, e o aluno volta com algo para resgatar em vez de voltar com uma reclamação.

PR, benchmark, streak de treinos, quadro do WOD: o CrossFit inteiro roda em cima de progressão medida. A moeda pluga direto nessa mecânica sem ensinar nada de novo pra ninguém. Bateu PR, ganha saldo. Doze check-ins no mês, ganha saldo. Na musculação e na zumba a mesma lógica vira constância.

A K-HUI já usa Tecnofit para gestão e vai continuar usando. A diferença não está no software, está na natureza do que o aluno acumula.
Pode ser alterado, zerado ou perdido numa migração. Cada emissão da moeda da K-HUI fica registrada em rede pública, auditável e imutável.
Parceria com comércio vizinho, influenciador local, evento de rua. Quanto mais o ecossistema cresce, mais a moeda vale. A rede entre marcas está em desenvolvimento no roadmap da tokn.id.
Nome, símbolo e identidade próprios. Um aluno diz "tenho 400 pontos". O outro diz "tenho 400 KHUI".
Premia quem fez a primeira aula experimental, quem veio pelo link de um aluno, quem seguiu um influencer local.
Dez tipos de interação configuráveis. PR no quadro, streak de treinos, story marcando a academia.
A K-HUI já se posiciona como premium. Moeda constrói pertencimento, o oposto de barganha.
Ser das primeiras academias do país com moeda própria em blockchain é diferencial de venda no balcão.
Não vamos prometer percentual de retenção. Vamos te dar a conta de equilíbrio: quantos alunos a moeda precisa segurar por mês para se pagar.
Esta é uma conta de equilíbrio, não uma projeção de resultado.

Criação da moeda na rede Solana com nome, símbolo e identidade da K-HUI. Landing page no ar. Primeiras campanhas configuradas. Equipe treinada. QR Code impresso na recepção, no balcão e no bar.
Lançamento controlado, não geral. Começamos por um grupo definido, com bônus de cadastro e um primeiro benefício de resgate fácil. Começar por parte da base é decisão, não limitação.
Campanha de indicação com link próprio de cada aluno. Campanha de avaliação no Google. Ativação de influencer local, se houver.
Níveis e status de aluno. Missões e desafios de frequência. Revisão dos números com base no que os dados mostraram.
Ligar a moeda para toda a academia no primeiro dia significa treinar a equipe inteira de uma vez, absorver todas as dúvidas de uma vez e descobrir o que não funciona quando já é tarde. Começamos por um grupo definido, ajustamos as regras com gente real usando, e só então abrimos para o restante. Quando a base cresce além do plano contratado, você é avisado antes e escolhe entre subir de plano ou pagar apenas o excedente. Nada é cortado no meio.
A K-HUI já contratou agência e voltou atrás, porque agência de fora demora, perde o timing e não acompanha o dia a dia. A equipe interna continua cuidando do conteúdo e da rotina. O que propomos é uma coisa só: a campanha do ecossistema da moeda.
Sozinha, a moeda age só sobre quem já é aluno. Sozinho, o tráfego pago traz gente sem motivo pra ficar. Juntos, o anúncio leva pra landing, a landing vira cadastro, o cadastro vira base própria da K-HUI, e essa base vira o público mais preciso do anúncio seguinte.
Transparência: a verba de mídia é paga direto por você às plataformas e não passa pela Ideiaria. O valor do add-on é honorário de criação e gestão. Sugestão de verba inicial para o raio de Jordanópolis: R$ 20 a R$ 30 por dia. Material impresso é orçado à parte.
Três formas de entrar. Mesma plataforma.
Você escolhe o que faz mais sentido para o momento da K-HUI.
Pagamento via PIX ou boleto. Nota fiscal emitida. Reajuste anual pelo IPCA. Se chegar perto do teto do plano, você é avisado antes, sem corte abrupto, e escolhe entre subir de plano ou pagar só o excedente. Proposta válida por 15 dias.
Tem, e a Tecnofit continua sendo o sistema de gestão da K-HUI. Não competimos com gestão, competimos com a ideia de ponto. Um ponto vive dentro do software de um fornecedor e se chama ponto em qualquer academia. A moeda leva o nome da K-HUI, é registrada em blockchain pública e alcança quem ainda não é aluno.
Sabemos, e é por isso que a campanha do ecossistema é um add-on separado, mensal e cancelável, e não parte obrigatória do pacote. A plataforma funciona sem ela. E se você quiser, sua própria equipe interna opera as campanhas: nós entregamos o plano do mês e eles executam, aproveitando justamente o que faltava nas agências anteriores, que é estar dentro do dia a dia.
O plano inicial cobre até 300 clientes ativos, e o lançamento é feito por etapas de propósito: um grupo primeiro, ajuste com gente real usando, depois o restante. Quando a base passar do teto, você é avisado antes, sem corte, e escolhe entre subir de plano ou pagar só o excedente. Ninguém é surpreendido por bloqueio no meio de uma campanha.
Hoje, não. Não existe integração construída entre tokn.id e Tecnofit, e não prometemos prazo para algo que ainda não foi feito. O caminho é claro, porque a Tecnofit já integra com catraca e o check-in físico creditando moeda automaticamente é a evolução natural. Está no roadmap, não no contrato. Enquanto isso, o crédito de check-in é por QR Code na recepção, que funciona hoje e não depende de terceiro.
Traz check-in. Não traz cadastro, não traz contato e não traz relacionamento. Quem fica com o cliente é a plataforma. A moeda é o mecanismo que transforma esse fluxo em base própria da K-HUI.
E não precisa. Não tem download, não tem carteira pra configurar, não tem palavra técnica na tela. Ele acessa pelo navegador e vê um saldo. No balcão, é um QR Code.
Você define as metas do trimestre com a gente antes de começar, e no dia 90 sentamos com os números na mesa: cadastros, resgates, frequência e ticket. Sem número, não tem conversa. Por sermos uma operação enxuta, a K-HUI tem atenção dedicada e não entra em fila de suporte.
Seis anos, 368 pessoas que pararam para escrever sobre a experiência e uma comunidade que já se comporta como comunidade. Em até 10 dias a moeda da K-HUI está no ar.